quarta-feira, 18 de março de 2009

7º Festival de Rock Feminino de Rio Claro

Esta é a chamada da TV Cidade Livre para a transmissão ao vivo que iremos fazer do Festival de Rock Feminino de Rio Claro no próximo sábado, 21 de março.
Iremos trabalhar muito, mas transmissão ao vivo é muito bom. Muita adrenalina fazer ao vivo.
E o bom que é rock'n'roll, e feminino!!!
Rock'nnnnnn'roooooooolllllllll!!!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Essa guerra é imoral

Por favor, divulguem. Sem mais.

http://december18th.org/

domingo, 21 de dezembro de 2008

Liberdade de Viver

Belíssimo documentário coordenado pelo cineasta João Paulo Miranda sobre um personagem folclórico da cidade de Rio Claro.
O filme nos mostra como o preconceito é a pior atitude que um ser humano pode ter.
Quem conhece a história de Antonio Zanello em Rio Claro sabe do que estou falando.
Este é o primeiro curta realizado pelas oficinas de cinema coordenadas pelo cineasta João Paulo Miranda Maria. A realização das oficinas é da Secretaria da Cultura de Rio Claro e da TV Comunitária Cidade Livre.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

RECREIO - O nosso TCC é um programa infantil

Esse é o nosso trabalho de conclusão do curso de Rádio e TV da Unimep - Universidade Metodista de Piracicaba. Recreio é um programa feito para crianças que gostam de aprender brincando. Agenda cultural, experiências, brincadeiras e muito conhecimento e diversão. Recreio é um programa que respeita a criança e mostra o que ela realmente quer vê. Afinal, quem disse que criança não aprende enquanto assiste televisão?
A nossa produtora universitária se chama Canal 4 produções.
Direção: Victor Faria
Produção/direção de fotografia: Luiza Vaz
Direção de Arte: Vinicius Volpi
Produção executiva: Ricardo Righeto
Produção/cinegrafista: Adriano Santos
Editor/cinegrafista: Layon Fidel
Design sonoro: Julio Magalhães
Este nosso trabalho está concorrendo a 9ª Jaguatirica. Entre no link abaixo e vote em RECREIO

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

TITÃS - A vida até parece uma festa

Em 16 de janeiro de 2009 estréia o documentário sobre os Titãs, A vida até parece uma festa. Eu aguardo com muita ansiedade, pois cresci e me formei ouvindo Titãs. Pra mim é a melhor banda de todos os tempos, e não só da última semana.
Abaixo a reportatem e o trailer do filme; extraído do portal UOL.
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04/12/2008 - 21h00
Documentário sobre os Titãs fica pronto depois de 22 anos; assista ao trailer
EDUARDO TARDIN
Da Redação

Do dia em que o titã Branco Mello se encantou uma filmadora VHS portátil até a chegada do documentário musical sobre a banda às telas de cinema, foram quase 22 anos de registros de festas, turnês, momentos de descontração e bastidores dos shows de uma das mais importantes bandas de rock do país.Dirigido por Branco Mello e por Oscar Rodrigues Alves, "Titãs - A Vida até Parece uma Festa" já passou pelo Festival do Rio de 2008 e pela 32ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, e estréia nos cinemas de todo o país no dia 16 de janeiro.
As filmagens começaram em 1986, durante a turnê do disco "Cabeça Dinossauro", o primeiro grande sucesso dos Titãs. Na época, Branco Mello já sabia que os registros se transformariam em documentário, só não sabia quando. "A gente não tinha nenhum pudor com a câmera, era uma relação totalmente natural e muito diferente de quando se participa de uma entrevista para um programa de televisão", explica Mello, para quem a câmara era quase um membro da banda, um titã a mais com seu ponto de vista particular.A decisão de pôr ordem nas cerca de 200 horas de imagens caóticas aconteceu em 2002, ano em que os Titãs completaram vinte anos. O diretor Oscar Rodrigues Alves, que já havia trabalhado com a banda na direção do videoclipe "Epitáfio", foi convidado por Mello para ajudar na complicada tarefa de montar o "filme de uma vida", como define o titã. "A experiência dele com montagem era muito grande", justifica Mello, que precisava de um olhar externo para amenizar seu envolvimento pessoal com o filme.Fã da banda desde seu início, Alves faz questão de lembrar que seu olhar não era tão externo assim: "A história dos Titãs se cruza em diversos momentos com a minha própria história", explica o diretor formado em jornalismo, que freqüentava os locais dos primeiros shows dos Titãs e chegou a entrevistar o grupo quando era repórter de televisão.Alves e Mello procuram e evitar o didatismo no roteiro do documentário privilegiando as melhores imagens sem a obrigação de um encadeamento cronológico. "Já existe um livro que conta a história da banda", justifica Alves. "A gente não precisava contar a história; a gente podia mostrar a história", completa Mello.Ao longo dos seis anos de produção do filme, questões como a transposição das velhas fitas de VHS para a tela grande tiveram que ser solucionadas. "Passamos um ano inteiro fazendo testes para saber qual seria a melhor forma de capturar as imagens das fitas antigas", conta Mello, que lembra também as dificuldades com as autorizações de uso de imagem. Foram mais de 200, conta, de artistas como Roberto Carlos às dançarinas do Clube do Bolinha.Questionado sobre as cenas que acabaram ficando de fora da edição final, Alves lembra que chegaram a montar uma versão com duas horas e meia de duração, que precisou ser encurtada em 50 minutos para ficar mais adequada a uma sala de cinema. O material extra ele espera incluir no DVD do filme.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O último pão em Piracicaba em 29 e 30 de novembro

Desculpe-me pelo sumiço, mas é que esse fim de ano tá complicado. Agora é que as coisas estão se acalmando. Depois de entregar o TCC, tudo fica mais tranquilo. Aliás, semana que vem postarei o vídeo do meu TCC aqui.
Mas hoje vim aqui pra falar da nossa peça, O último pão, uma livre adaptação de Os fuzis da senhora Carrar, de Bertold Brecht, feita pelo Grupo de Pesquisa de Linguagem do NAC do Sesi de Rio Claro. A história que se passa em 1936, durante a guerra civil espanhola (franquismo), discute o papel de uma mulher que não quer que seus filhos vão para a linha de frente lutar contra o governo autoritário de Franco, porém, depois de um acontecimento fatídico ela passa a rever seus conceitos. A peça discute a neutralidade e o sentimento de coletividade por um país melhor, e tem a duração precisa: o tempo de assar um pão.
Veja a matéria feita sobre a peça e saiba um pouco mais desse espetáculo que tem emocionado as platéias por onde passa.
O último pão será encenado neste sábado e domingo (29 e 30 de novembro), às 20 horas, no Teatro Popular do Sesi de Piracicaba. A entrada é franca.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Estréia hoje, 24 de setembro, "O último pão"

Hoje estréia a peça que estamos montando desde março, baseado num texto de Bertold Brecht. A montagem ficou muuito bonita e emocionante. Eu tô na operação da luz da peça. Todos convidados. Abaixo, o release divulgado pela imprensa!!!
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SESI RIO CLARO APRESENTA O ESPETÁCULO
O ÚLTIMO PÃO
Montada pelo Núcleo de Artes Cênicas (NAC) do SESI Rio Claro e baseado em texto de Brecht o espetáculo terá estréia nesta quarta-feira (24/09) e ficará em cartaz até novembro, sempre às 20 horas. A entrada é franca.

Na próxima quarta-feira (24/09), às 20 horas, o SESI Rio Claro apresentará a estréia da peça O Último Pão, com entrada franca. Além desta sessão, o espetáculo terá outras 7 apresentações: dias 1, 8, 15, 22 e 29 de outubro e 1 e 2 de novembro
A Guerra Civil espanhola (1936-39) foi o acontecimento mais traumático que ocorreu antes da 2ª Guerra Mundial. Nela estiveram presentes todos os elementos militares e ideológicos que marcaram o século XX.
De um lado se posicionaram as forças do nacionalismo e do fascismo, aliadas ao Exército, a Igreja e o Latifúndio e do outro a Frente Popular que formava o Governo Republicano.
Foi justamente esse conteúdo, de amplo enfrentamento ideológico, que fez com que a Guerra Civil deixasse de ser um acontecimento puramente espanhol para tornar-se um confronto entre forças que disputavam a hegemonia do mundo. Nela envolveram-se a Alemanha nazista e a Itália fascista, que apoiavam o golpe do General Franco e a União Soviética que se solidarizou com o governo Republicano.
Foi nesse cenário que Brecht inspirou-se para escrever os Fuzis da Senhora Carrar, e criar algumas das mais complexas personagens femininas do teatro mundial, mostrando uma mulher em seu papel social. A trama se passa na Andaluzia, sul da Espanha, em 1937, o ano de Guernica, de Picasso. A peça foi escrita com um objetivo claro: incentivar a luta dos povos contra o fascismo. Tem apenas um ato, com duração precisa: o tempo de assar um pão, que Teresa Carrar coloca no forno no início e retira no final. O Último Pão é uma livre adaptação feita pelo Grupo de Pesquisa de Linguagem do Núcleo de Artes Cênicas do SESI de Rio Claro que debate o significado da neutralidade.

Ficha Técnica

Texto: Criação Coletiva
Direção: Claudia Schurmann
Iluminação: Jaime César
Figurino: Claudia Schurmann, Laura Lourenço Freitas
Confecção do Figurino: Dal Fantasias
Cenário: Claudia Schurmann
Confecção do cenário: Cia do Tempo
Operação de luz: Adriano Santos
Pesquisa sonora: Claudia Schurmann e Conrado Silva
Operação de som: João Lopes
Assistente Técnico: Rudy Ribeiro
Gravação de voz off: Wendel Paes
Fotografia: Claudia Schurmann e Bruno Berger
Elenco: Bruno Berger, Claudia Schurmann, Paulo da Mota, Patrícia Gracioli, Tiago Magali, Tim Caniatto e Tula Lopes

Serviço
Espetáculo: O Último Pão
Local: SESI Rio Claro – Av. M-29, 441 - Jardim Floridiana.
Datas e horários: dias 24 de setembro e 1 a 29 de outubro – quartas–feiras - às 20 horas.
Capacidade: 226 lugares
Informações: (19) 3527-2446
Recomendação etária: Recomendado para maiores de 14 anos.

Duração: 50 minutos
Entrada: Franca - o ingresso deve ser retirado uma hora antes do início do espetáculo, na bilheteria do teatro.